sexta-feira, 8 de março de 2013

A Importância da Mulher no Ambiente de Trabalho e na área de Recursos Humanos


Podemos dizer que já é antiquado pensar em mulher fora do ambiente de trabalho. Mesmo ainda existindo alguns preconceitos, já se foi a época em que todo tipo de trabalho era considerado como uma função exclusiva do homem. Atualmente as mulheres ocupam funções no mercado trabalho que confesso eu, há uns 15 anos ou mais, nunca imaginei que um dia elas ocupariam. E não estou falando só de posições de alto nível executivo, falo também de outros tipos de funções. Um exemplo comum nos tempos de hoje é ver uma mulher trabalhando como motorista de ônibus, taxista, entre tantas funções que antes eram exclusivamente “masculinas”.
A partir da década de 60 e 70 a mulher começou a se preocupar mais com seus valores profissionais e foram determinadamente atrás de qualificação em instituições educacionais e começou a considerar sua carreira tão importante quanto sua função de ser mãe e de realizar seus afazeres domésticos. Focou no desenvolvimento de suas competências.
A mulher a cada dia que passa, consegue provar que é capaz de desempenhar qualquer tipo de função, seja operacional, administrativa ou gerencial. 
Já é de sua natureza ter um perfil multitarefa, talvez, uma habilidade aguçada pelo próprio instinto materno. A mulher tem que pensar nos afazeres domésticos, mesmo que não seja ela quem faça, no mercado, nos filhos, no marido, na saúde e até na estética. Não que o homem não tenha este papel também, mas ainda é a mulher que tem que pensar se tudo está correndo bem, além de dedicar a sua vida profissional. Isto só mostra o quanto a mulher tem habilidade gerencial e de grande potencial por ter que “pensar em tudo”.
Segundo um estudo realizado pela International Business Report 2012 (IBR), foi identificado que 27% dos cargos de lideranças no Brasil são ocupados pelo sexo feminino, o que revela um aumento em relação ao ano anterior.
O que surpreende é, segundo a pesquisa, apenas 3% dos cargos de Chief Executive Officer (CEO) são exercidos por mulheres, um percentual abaixo da média global, que está no patamar de 9%.
A pesquisa revela, também, que maior parte das mulheres em cargo de liderança no Brasil está na área de Recursos Humanos, com 16%. Essa concentração na área de RH é uma tendência também em outros países como China e na França, entretanto, com percentuais mais expressivos, 41% e 37%, respectivamente.
Ainda temos muito que avançar, entretanto, estamos diante de um ótimo sinal de evolução para todas as empresas que podem contar com o perfil de uma profissional mais sensível e versátil como é a necessidade da área de Recursos Humanos. 
Sendo assim, fica a mensagem, apelo e desafio às mulheres: ajudem nossas empresas a fazer do RH uma área modelo, versátil e focada em resultados, justamente para que tenhamos melhores profissionais, com muita competência, sem preconceito e com justiça, assim como vocês.
Nós, da ala masculina, estamos prontos não apenas para aplaudi-las, mas para ajudá-las neste processo de solidificação, reconhecendo e também de admirando esta revolução. 


Rogerio Leme é formado em Tecnologia Digital – Engenharia de Produção – e MBA em Gestão de Pessoas pela FGV. É autor de oito livros sobre Gestão de Pessoas, Gestão e Avaliação de Competências e de Desempenho e BSC – o Balanced Scorecard – que são referências nacional e acadêmica. É autor da Metodologia do Inventário Comportamental para Mapeamento de Competências, a primeira e até então, a única metodologia comprovada matematicamente disponível em literatura e também da Metodologia para implantação participativa do BSC, chamada BSC-Participativo. É Diretor Executivo da Leme Consultoria, palestrante, facilitador de treinamentos e consultor com atuação em empresas públicas e privadas.



Fonte: Portal Gestão de Pessoas

A Importância da Mulher no Ambiente de Trabalho e na área de Recursos Humanos


Podemos dizer que já é antiquado pensar em mulher fora do ambiente de trabalho. Mesmo ainda existindo alguns preconceitos, já se foi a época em que todo tipo de trabalho era considerado como uma função exclusiva do homem. Atualmente as mulheres ocupam funções no mercado trabalho que confesso eu, há uns 15 anos ou mais, nunca imaginei que um dia elas ocupariam. E não estou falando só de posições de alto nível executivo, falo também de outros tipos de funções. Um exemplo comum nos tempos de hoje é ver uma mulher trabalhando como motorista de ônibus, taxista, entre tantas funções que antes eram exclusivamente “masculinas”.
A partir da década de 60 e 70 a mulher começou a se preocupar mais com seus valores profissionais e foram determinadamente atrás de qualificação em instituições educacionais e começou a considerar sua carreira tão importante quanto sua função de ser mãe e de realizar seus afazeres domésticos. Focou no desenvolvimento de suas competências.
A mulher a cada dia que passa, consegue provar que é capaz de desempenhar qualquer tipo de função, seja operacional, administrativa ou gerencial. 
Já é de sua natureza ter um perfil multitarefa, talvez, uma habilidade aguçada pelo próprio instinto materno. A mulher tem que pensar nos afazeres domésticos, mesmo que não seja ela quem faça, no mercado, nos filhos, no marido, na saúde e até na estética. Não que o homem não tenha este papel também, mas ainda é a mulher que tem que pensar se tudo está correndo bem, além de dedicar a sua vida profissional. Isto só mostra o quanto a mulher tem habilidade gerencial e de grande potencial por ter que “pensar em tudo”.
Segundo um estudo realizado pela International Business Report 2012 (IBR), foi identificado que 27% dos cargos de lideranças no Brasil são ocupados pelo sexo feminino, o que revela um aumento em relação ao ano anterior.
O que surpreende é, segundo a pesquisa, apenas 3% dos cargos de Chief Executive Officer (CEO) são exercidos por mulheres, um percentual abaixo da média global, que está no patamar de 9%.
A pesquisa revela, também, que maior parte das mulheres em cargo de liderança no Brasil está na área de Recursos Humanos, com 16%. Essa concentração na área de RH é uma tendência também em outros países como China e na França, entretanto, com percentuais mais expressivos, 41% e 37%, respectivamente.
Ainda temos muito que avançar, entretanto, estamos diante de um ótimo sinal de evolução para todas as empresas que podem contar com o perfil de uma profissional mais sensível e versátil como é a necessidade da área de Recursos Humanos. 
Sendo assim, fica a mensagem, apelo e desafio às mulheres: ajudem nossas empresas a fazer do RH uma área modelo, versátil e focada em resultados, justamente para que tenhamos melhores profissionais, com muita competência, sem preconceito e com justiça, assim como vocês.
Nós, da ala masculina, estamos prontos não apenas para aplaudi-las, mas para ajudá-las neste processo de solidificação, reconhecendo e também de admirando esta revolução. 


Rogerio Leme é formado em Tecnologia Digital – Engenharia de Produção – e MBA em Gestão de Pessoas pela FGV. É autor de oito livros sobre Gestão de Pessoas, Gestão e Avaliação de Competências e de Desempenho e BSC – o Balanced Scorecard – que são referências nacional e acadêmica. É autor da Metodologia do Inventário Comportamental para Mapeamento de Competências, a primeira e até então, a única metodologia comprovada matematicamente disponível em literatura e também da Metodologia para implantação participativa do BSC, chamada BSC-Participativo. É Diretor Executivo da Leme Consultoria, palestrante, facilitador de treinamentos e consultor com atuação em empresas públicas e privadas.



Fonte: Portal Gestão de Pessoas

Autoridade, empatia e humildade.


Autor: Heverton Soares

Quando se está trabalhando com pessoas aquele que é mais exigido e que mais cobra resultados é gestor, responsável por uma ou mais equipes.

O gestor é cobrado a todo o momento por resultados, pois, não só ele deve apresentar os seus próprios resultados como também; deve apresentar os resultados de outras pessoas. É necessária muita inteligência emocional para suportar tudo isso, porque as pessoas teem sentimentos, emoções, necessidades e vontades diferentes. Tornando cada vez mais difícil o trabalho do gestor.
 

Autoridade

O gestor não tem autoridade sobre seus subordinados apenas “oportunidade para instruir” e quanto mais instruções e acompanhamento ele fizer, melhores resultados ele terá para apresentar aos seus superiores. Os subordinados não devem temer seu gestor, mas respeitá-lo. Alguns gestores infelizmente confundem “oportunidade para instruir” com autoridade e realmente passam dos limites, acreditando que o meio mais fácil de resolver um problema na organização é o desligamento do ou dos colaboradores envolvidos.

Usam uma simples desculpa para se justificarem: Está cheio de pessoas lá fora querendo um emprego, porque eu manteria comigo alguém que não quer trabalhar?
 

Empatia

O gestor deve saber separar lado pessoal do profissional, pois, é inevitável que haja problemas dentro da empresa, mas, é necessário se colocar no lugar do próximo antes de tomar qualquer decisão, no entanto, o gestor não pode se envolver no problema e sim encontrar uma solução que favoreça ambas as partes.
 

Humildade

É crucial para o gestor agir com humildade sempre, mas, deve ser prudente para que sua humildade não seja interpretada como “generosidade ou bondade” pelos seus colaboradores. Algumas pessoas podem usar os fatores dependentes como filhos pequenos e idosos para conseguirem um adiantamento, sair antes do horário, justificar constantemente seus atrasos ou até mesmo para não perderem o emprego.
 


Porque falta Mão-de-obra qualificada?


Autor: Heverton Soares

Muito se houve falar que existem inúmeras vagas de emprego no mercado, mas, o que falta é mão-de-obra qualificada.
 

Empresa

Os gestores constantemente apontam um “gargalo” na qualificação profissional, afirmando que faltam pessoas qualificadas para ocuparem lugares nas organizações. Que são necessárias pessoas com uma boa formação e experiência.
 

Colaborador

A maior parte das pessoas que hoje, se encontram desempregadas não é por falta de qualificação profissional, mas de uma exigência quase irreal por parte das empresas. As organizações exigem um enorme tempo de experiência comprovado na carteira de trabalho, excelente formação profissional, cursos de especialização na área que atua, e referência dos últimos empregos.

Observem os passarinhos; quando alguém andando por uma mata fechada, viu em seu redor, pássaros mortos por terem se alimentado de frutas venenosas? Isto raramente acontece, pois, os seus pais não querem que isso aconteça e ensinam aos seus filhos desde pequenos a diferença entre as frutas comestíveis e as venenosas.

Existem exceções de pássaros que morrem ao se alimentarem de frutas venenosas... Observe aqueles filhotes nascidos em cativeiro longe da natureza, ali seus pais não tem como lhes ensinar. Vindo o pássaro a escapar, logo foge para a natureza e lá não sabe como se alimentar adequadamente, vindo a fome se alimenta das primeiras frutas que ver, se for elas boas, viverá, sendo venenosas morrerá.

Se realmente á escassez de profissionais qualificados, não é em tudo falha das pessoas por “não” se preparem adequadamente. Observe a história dos pássaros, os pais ensinam aos filhos desde pequenos á diferença entre as frutas comestíveis e as venenosas. Então organizações; sejam prudentes e passem a olhar mais para seus colaboradores internos! Invistam neles! Mais vale o capital humano do que o capital de giro!

 
A verdade!

Qual é mais fácil? Colocar um anúncio de emprego ou acreditar, fidelizar e investir em seu capital humano?

Seria melhor para as empresas e para o mundo, investir naqueles colaboradores mais humildes que nem terminaram o ensino fundamental, porque começaram a trabalhar cedo para ajudar em casa, incentivá-los a voltarem para escola e terminarem seus estudos, inclui-los em projetos e treinamentos, motivá-los a fazer cursos e aperfeiçoarem suas habilidades, e darem a eles oportunidades para crescerem dentro da própria organização.

Isso é muito mais que uma bela gestão, é um exemplo de vida! O mundo é formado e conduzido por pessoas, então que sejam elas pessoas boas e bem preparadas!
 


O QUE FAZER PARA PROTEGER OS TRABALHADORES EXPOSTOS A VIBRAÇÃO


Após a análise é preciso tomar medidas para reduzir ou eliminar a exposição dos trabalhadores à vibração; seja de mãos e braços ou de corpo inteiro.
É sabido que este tipo de exposição é passível de pagamento de insalubridade. Deste modo, é melhor investir na eliminação das causas do que ficar pagando a insalubridade e ainda correndo risco de perder funcionários com lesões graves.
Este aspecto é particularmente importante, especialmente em vista do fato de que, tanto no caso de exposição a mão-braço que, ou de exposição a vibração de corpo inteiro, não há EPI anti-vibração capaz de adequadamente proteger os trabalhadores e reduzir os níveis de exposição abaixo dos valores-limite estabelecidos pela legislação, como, por exemplo, no caso dos protetores auriculares em relação ao ruído. Em particular, nos casos em que o limite é excedido durante um curto período de tempo, a redução dos riscos na origem é a única medida a ser tomada, a fim de diminuir os valores de exposição abaixo do que estabelecido a legislação. Se, no decurso da avaliação é encontrado valores acima dos limites permissíveis, é necessário pesquisar novas tecnologias de menor risco, conforme exigido por lei.
Se não for possível a aquisição de equipamentos que garantam menor exposição à vibração, o empregador deve estabelecer e implementar um plano de trabalho para minimizar a exposição a vibrações, tais como:
  1. Outros métodos de trabalho que permitam reduzir a exposição a vibrações mecânicas;
  2. Escolha do equipamento apropriado concebido em conformidade com os princípios de ergonomia e de produção, tendo em conta o trabalho a ser feito, produzindo o mínimo de vibrações possível;
  3. Fornecimento de equipamento que reduz o risco de lesões causadas por vibrações, por exemplo assentos que efetivamente reduzam a vibração de corpo inteiro.
  4. Programas adequados de manutenção do equipamento de trabalho, do local de trabalho e sistemas de trabalhos;
  5. A concepção e disposição dos locais e de trabalho (layout);  
  6. Informar e treinar os trabalhadores para que usem corretamente e com segurança os equipamentos de trabalho para minimizar a exposição a vibrações mecânicas;
  7. Limitação da duração e intensidade da exposição;
  8. Adequar os horários de trabalho com períodos de repouso adequados;
Estabelecer um programa de redução e controle de riscos de vibração de corpo inteiro dividida nas seguintes fases principais:
 Aquisição de novos equipamentos: Ao comprar ou alugar novos equipamentos, a escolha deve ser direcionada para aqueles que produzem menor nível de vibração, com os mesmos serviços oferecidos. É importante para este fim exigir no contrato de compra / contratação que a cabine seja montada sobre molas para amortecer as vibrações e solicitar o valor de emissão de vibrações declarada obrigatória pelo fabricante. Deve-se notar a este respeito que as tecnologias atualmente disponíveis para amortecimento em equipamentos, tais como empilhadeiras, equipamento de construção, etc permitem alcançar exposições a vibrações para a posição de condução de menos de 0,5 m / s 2 . Geralmente, tal como indicado pelo fabricante é maior do que os dados obtidos em condições reais de utilização, tal como os valores de emissão declarado na condução padronizada de modo a induzir vibrações no banco do condutor, particularmente elevado.  
Testando novos equipamentos . É aconselhável efetuar a avaliação das vibrações no banco do condutor das novas máquinas durante o teste, a fim de verificar o cumprimento efetivo das vibrações produzidas pela máquina comparado com os dados declarados no processo de compra e deve ser substituído se o equipamento não estiver conforme as especificações.  
 Superfície manutenção de estradas e aventais: A fim de reduzir o risco de vibrações VCI é necessária para a manutenção do programa para a superfície da estrada, onde ocorre o movimento, evitando buracos e solavancos, o que contribui para aumentar o risco de exposição à vibração de corpo inteiro.
 Treinamento e formação específica dos trabalhadores em relação à :
  • Necessidade de moderar a velocidade de condução, particularmente em caso de irregularidades da pavimentação de estradas;
  • Como ajustar o assento em peso e altura apropriada;
  • Necessidade de evitar posturas inadequadas do condutor, nomeadamente através da redução, tanto quanto possível, das operações de marcha ré;
  • Necessidade de avisar ou anotar no check-list os problemas de manutenção que podem ser a causa do aumento da vibração sentida no banco do motorista;
  • Informar as lesões potenciais da coluna vertebral resultante de atividades e métodos para a sua prevenção;
Fonte: http://www.temseguranca.com

O Facebook e seus usuários: personagens ou reais?


Autora: Lady Bárbara
 

O facebook é a rede social mais popular e acessada entre nossos amigos e conhecidos. E a cada dia que conhecemos novas pessoas acabamos adicionando-as em nossa rede.

Entre vários "amigos" do face, notamos certo exagero de atualizações de alguns deles. Postar uma frase, uma foto ou vídeo é legal e normal, coisa que todos nós fazemos. Afinal, estamos na era digital, sempre temos algo para compartilhar com os outros usuários.

Existem aqueles usuários que apelam exageradamente quando postam tudo o que fazem durante o dia. São detalhes que realmente não interessa aos demais. E ai surge uma pergunta, o que essas pessoas querem?É algum tipo de carência, chamando a atenção ou apenas só mostrando o que elas não são? Sim, porque no meio de tantas atualizações sabemos que muitas não são reais ao comportamento de quem posta.

Há uma necessidade desses faces de postarem frases e mensagens que não condizem com suas personalidades e por isso acabam se contradizendo. São pessoas que agem de uma forma e postam outras. Que pensam de uma maneira, mas postam a favor de outra ideia só pra concordar com os outros.

A internet acabou transformando muitas pessoas em personagens ao agirem dessa forma. Pois a necessidade de obter amigos em grande escala, faz com que muitas pessoas saiam da realidade e criem outra em suas páginas.

Existem por exemplo, usuários que mantém em sua rede centenas de amigos, mas na vida real não se socializam e os amigos são só virtuais. Isso pode ser levado na maior naturalidade por muitos mas que na verdade não faz bem a ninguém.

Viver em contato com pessoas na vida real ainda é muito importante e essencial em nossas vidas. Por isso devemos pesar na balança e saber o que é importante para ser compartilhado e o que não é relevante para os outros saberem. E saber lidar com a realidade, mostrar realmente a personalidade e não usar máscaras escondendo o seu verdadeiro eu.


 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

CONSIDERAÇÕES SOBRE RESPONSABILIDADES ORIGINADAS EM DECORRÊNCIA DE ACIDENTE DO TRABALHO



Por:  Mário José de Oliveira Rosa
Advogado do escritório Marcos Martins Advogados Associados
Especialista em Direito Individual e Processual do Trabalho 


1 Introdução
O presente trabalho tem como escopo apresentar os aspectos relativos às responsabilidades dos integrantes dos Serviços Especializados de Segurança e Medicina do Trabalho nos acidentes do trabalho – SESMT, integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, bem como da responsabilidade penal do empregador e seus prepostos no acidente do trabalho, porém, de modo sucinto e sem qualquer pretensão de esgotar o assunto. Por fim, são relacionadas algumas diligências que poderão ser realizadas visando a estabelecer a responsabilidade do empregador em caso de eventual sinistro. Dada a sua riqueza de informações e implicações, sobretudo no campo tributário, as novas responsabilidades trazidas pelo Decreto nº 6.042 de 12 de fevereiro de 2007, que trata do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário e Fator Acidentário de Prevenção, e, portanto, intrinsecamente   ligado   a   acidente   do   trabalho   e doenças decorrentes do trabalho, não serão tratadas neste estudo. Nesta seara, mostra-se muito comum, além da apuração de responsabilidade civil para fins de indenização por perdas e danos e dano  moral, a adoção de procedimentos penais para apuração de responsabilidades resultantes de acidentes de trabalho, como por exemplo: crime de lesão corporal culposa (art. 129, § 6º, do Código Penal) ou, ainda, por homicídio culposo (art. 121, § 3º, do Código Penal). 2 O entrelaçamento das duas áreas (penal e trabalhista) nesses casos é essencial para a resolução do sinistro, eis que um exame mais aprofundado dos fatos poderá mensurar se os responsáveis pelas diversas áreas de segurança, bem como os diretores da empresa, tomaram todos os cuidados necessários para que o acidente de trabalho não ocorresse, ou seja, por meio de fornecimento de equipamentos de proteção individual, treinamento próprio para o exercício da função, orientação e fiscalização, entre outros. Além dos crimes de lesão corporal e homicídio culposos mencionados acima, o   empregador    ou    seus    prepostos   também   podem ser investigados por eventual exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo direto ou iminente, conforme prevê o artigo 132, do Código Penal.    Desta forma,   o   tema   merece   reflexão constante por parte dos que militam nas áreas relacionadas aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, bem como os empregadores e seus prepostos. 


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