quinta-feira, 28 de março de 2013

Modelo de Programa de Gestão em SS


'Uma das grandes dificuldades que poderemos enfrentar quando iniciamos em uma empresa é a falta de um Programa de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho.
O modelo que você pode fazer o download acessando o link abaixo, dá uma base para a montagem do seu Programa. Não é possível copiar um programa por completo, mas dá para adaptar para suas necessidades.'




Acesse o link:  http://temseguranca.com/2013/03/modelo-de-programa-de-gestao-em-sst.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+segurancatrabalho+%28SEGURAN%C3%87A+DO+TRABALHO%29



Fonte:  Darcy Mendes - http://temseguranca.com/quem-sou

terça-feira, 26 de março de 2013

O Anuário Estatístico da Previdência Social divulga números de acidentes de trabalho de 2011.


A 20ª edição do Anuário  Estatístico da Previdência Social (AEPS), divulgada nesta quarta-feira, 24 de outubro, apontou um aumento nos acidentes de trabalho e também nos óbitos em 2011 com relação a 2010. Segundo o Anuário, em 2011 foram registrados 711.164 acidentes no Brasil, contra 709.474 em 2010. Também foram registrados 2.884 óbitos no último ano, sendo que em 2010 o número era de 2.753 óbitos.


 Os dados apontam ainda aumento no número de acidentes com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) registrada em 2011, totalizando 538.480, sendo 423.167 acidentes típicos e 100.230 de trajeto.


 Já os acidentes motivados por doenças ocupacionais tiveram uma queda, passando de 17.177 em 2010 para 15.083 em 2011. O número de acidentes sem CAT registrada também foi mais baixo do que o ano anterior, 172.684.


 Em quase todas as regiões do país a quantidade de acidentes registrados aumentou, exceto na Região Sul, onde o índice foi menor em relação ao ano de 2010. No Norte foram 31.084, 91.725 no
Nordeste, 387.142 no Sudeste, 153.329 no Sul, e 47.884 no Centro-Oeste.



O número de óbitos aumentou nas Regiões Norte, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, sendo registrados 205, 1.352, 560 e 349 óbitos, respectivamente. Já a Região Nordeste registrou queda no número de mortes de 452 em 2010 para 418 em 2011.

Fonte: http://www.semsat.com.br e Site da Previdência

Acessa o link: 

Dica: A tabela está apartir da página 562.

Descomplicando o ASO - Atestado de Saúde Ocupacional


ASO – Atestado de Saúde Ocupacional:

OBS: O ASO obedece às regras estabelecidas no PCMSO da Empresa, desta forma é um documento pertencente ao PCMSO.

1. Quando se deve realizar o exame Admissional?
Admissional: realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades e antes da assinatura da carteira de trabalho.

2. Quando se deve realizar o exame de Mudança de Função?
Somente quando a mudança de função implicar na alteração dos riscos ocupacionais.

3. Quando se deve realizar o exame de Retorno ao Trabalho?
Retorno ao Trabalho: realizado obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho, após qualquer afastamento, por período igual ou superior a trinta dias, por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto (exclui férias).
OBS: Ausência por férias e/ou viagens a serviço não exigem o exame de Retorno ao Trabalho.

4. Qual o prazo de validade para que o Admissional ou Periódico, já realizado anteriormente, possa ser utilizado como Demissional?
Empresas com grau de risco 1 e 2: exames realizados em até 135 dias;
Empresas com grau de risco 3 e 4: exames realizados até 90 dias;

5. Quando se deve realizar o exame Demissional?
Demissional: realizado obrigatoriamente até a data da homologação, desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado há:
􀂾 Até 135 (cento e trinta e cinco dias) - para empresa com grau de risco 1 ou 2;
􀂾 Até de 90 (noventa dias), para empresa com grau de risco 3 ou 4.

6. Se no exame Demissional, o funcionário for considerado inapto, ele pode ser demitido?
Não se pode prosseguir com a demissão.

7. Se no exame Demissional, a funcionária for considerada gestante, ela pode
ser demitida?
É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa de funcionária gestante.
OBS: Existe estabilidade no emprego para a gestante, desde a confirmação da
gravidez até cinco meses após o parto, segundo a Constituição Federal /
Disposições Transitórias - artigo 10.

8. Os exames médicos e emissão do ASO, podem ser realizados com outro
prestador ou outra equipe médica?
Não, conforme determinação da legislação (NR-7), é obrigatória a realização de
todos os exames médicos ocupacionais (Admissional, Periódico, Mudança de
Função, Retorno ao Trabalho e Demissional) com o médico Coordenador indicado no
PCMSO ou com a equipe por ele designada e orientada.

9. Pode-se encaminhar empregados em gozo de férias ou afastados do
trabalho para realizar exame Periódico ou Demissional?
Não. Encaminhar o funcionário no primeiro útil após o término do afastamento para a
execução do Exame de Retorno ao Trabalho.

10. Qual a periodicidade dos procedimentos complementares?
􀂃 Audiometria: seis meses após o Admissional e, após, anual;
􀂃 Raios X e Espirometria: em geral, bienal;
􀂃 Exames de laboratorio ligados à exposição a produtos químicos ou à radiação
ionizante: semestral;
􀂃 Parasitológico de Fezes (manipuladores de alimentos): anual
Estes são alguns exemplos, consulte o PCMSO da sua empresa para saber a
periodicidade dos exames complementares ali previstos.

11. O que fazer quando o empregado apresenta atestados médicos repetidos?
Sugerimos encaminhá-lo para uma avaliação médica, com a equipe do PCMSO, com
objetivo de avaliar a sua real situação de saúde e definir as medidas cabíveis, tais
como: afastamentos previdenciários, avaliações por médicos especialistas ou
solicitação de exames complementares.

Extraído do site http://www.semsat.com.br

sexta-feira, 15 de março de 2013

Curso Gratuito: Prevenção de escorregões, tropeços e quedas no trabalho


Prevenção de escorregões, tropeços e quedas no trabalho



Realizado pelo site "Só Segurança do Trabalho". Lá você encontra cursos online pagos e gratuitos de atualização em Segurança do Trabalho.  Melhore   a sua qualificação profissional com nossos cursos a  distância desenvolvidos com qualidade e excelência em Educação a  Distância.
O curso aborda prevenção de escorregões, tropeços. Possui vídeos, etc.
Início: Imediato | Término: 30 dias
Valor do curso: Grátis
A carga horária desse curso é de 6 horas.
Ao término do curso você poderá emitir gratuitamente o nosso certificado.
Disponibilizamos para você todo o conteúdo do curso para download em formato PDF.

Acessa o link:

sexta-feira, 8 de março de 2013

Autodesenvolvimento


Autor: Heverton Soares

O processo de autodesenvolvimento é onde as pessoas começam a desenvolverem suas capacidades atuais e adquirir novas habilidades.

Observem um atleta que participa apenas de uma modalidade esportiva, a corrida, mas tem o desejo de competir no Triatlo, onde os competidores participam de três modalidades que são: Corrida, corrida de bicicleta e natação. Este atleta terá que aumentar a sua capacidade física que são: Força e resistência e adquirir novas habilidades; correr de bicicleta e nadar, lembrando que, correr de bicicleta não é o mesmo que andar e nadar não é só bater os braços na água.

Existem técnicas que os competidores dessas modalidades conhecem e adquirem conforme sua experiência. É necessário saber á hora certa de diminuir o ritmo e aumentá-lo, o corpo humano não é uma máquina e necessita de descanso... Pequenos intervalos para respirar profundamente, tomar água e se manter emocionalmente equilibrado, pois, o fator ansiedade pode atrapalhar e muito, o desempenho do atleta.

Para se autodesenvolver é crucial se conhecer e aceitar quem você é, a maioria das pessoas passa a maior parte da vida se engando, “fantasiando a sua própria realidade”. Afirmando ser alguém que está anos luz de ser, ter experiência em uma determinada atividade, mas, tudo que tens é apenas teoria.

A humildade está presente no processo de autodesenvolvimento como o primeiro degrau da escada, se não aceitar quem é e que necessita melhorar e muitas das vezes da ajuda de outras pessoas, não terá êxito. Para desenvolver sua capacidade é preciso aceitar que você tem potencial para fazer algo melhor e não está fazendo, necessita de novas habilidades para atingir um nível superior e não as possui.

O processo de autodesenvolvimento requer além de humildade; paciência e muito compromisso. É necessário seguir em frente em saltar nenhuma etapa ou antecipá-la. À medida que for se autodesenvolvendo é que se vai aumentando os níveis de dificuldades e buscando novos meios treinamento. O importante não é possuir uma capacidade sobre-humana ou incontáveis habilidades, mas possuir o necessário para uma vida melhor e mais feliz.

O autodesenvolvimento é pessoal, você pode até ensinar o caminho para uma pessoa, mas, se ela mesma não tiver vontade de seguir em frente e desistir... Em vão ensina o caminho.
 


Novos códigos de CBO


MTE ATUALIZA 60 OCUPAÇÕES NA CBO


O documento retrata a realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro

Brasília, 31/01/2013 – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou nesta quinta-feira (31) a atualização da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). A revisão contou com a inclusão e exclusão de 60 ocupações, famílias ocupacionais e sinonímias. O arquivo passa a conter agora 2.619 ocupações. Clique aqui para conferir.

“Os trabalhadores sentem-se amparados e valorizados ao terem acesso a um documento elaborado pelo governo que identifica e reconhece seu ofício. As inclusões das ocupações na CBO têm gerado, tanto para categorias profissionais quanto para os trabalhadores, uma maior visibilidade, um sentimento de valorização e de inclusão social”, destaca o diretor do Departamento de Emprego e Salário do MTE, Rodolfo Torelly.

As novas atualizações buscam atender as demandas do público em geral e entidades governamentais como: Ministério da Saúde; do Desenvolvimento Social; do Turismo; Secretária de Direitos Humanos; Policia Federal; Classificação Internacional Uniforme de Ocupações (CIUO) da Organização Internacional do Trabalho; entre outros.

A CBO retrata a realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro. A atualização e modernização do documento ocorrem para acompanhar o dinamismo das ocupações e mudanças econômicas, sociais e culturais pelas quais o país passa. Essas modificações e inclusões são elaboradas com a participação efetiva de representantes dos profissionais de cada área, em todo o país.

Aplicação - A CBO é utilizada pelo MTE na confecção da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no cruzamento de dados do Seguro-Desemprego e na formulação de políticas públicas de geração de emprego e renda.

Outras instituições governamentais utilizam a CBO para seus produtos, como a Declaração de Imposto de Renda, o cadastramento no INSS, em políticas públicas de Saúde, no Censo Educacional e em pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Assessoria de Comunicação Social MTE
(61) 2031.6537/2430 acs@mte.gov.br

Fonte: Portal Gestão de Pessoas

O desafio de gestão de pessoas nos órgãos públicos


Por Euclides B. Junior


Enfim, terminado o tão esperado carnaval, iniciamos definitivamente o ano de 2013. Um ano de desafios e mudanças significativas junto às áreas de RH dos órgãos públicos.

As demandas dos servidores públicos cada vez mais se assemelham àquelas que vemos na iniciativa privada, e isso não deveria causar estranheza, pois na essência, são pessoas que atuam em uma instituição.

O mundo está em constante mudança e diante disso, decretos como o de nº. 5.707/2006 (discorre sobre obrigatoriedade do desenvolvimento dos servidores sob três aspectos: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes), ganham cada vez mais força no cenário público. Trata-se de um desafio grandioso e muito trabalhoso, pois estamos falando de uma mudança de cultura que envolve desde os níveis mais altos até a base da hierarquia institucional e, como que está relacionado à cultura não se muda "da noite para o  dia", esta é uma engrenagem que não deixará nunca de funcionar.

No entanto, há outros desafios e metas a serem alcançados além é claro, daqueles definidos pelos órgãos superiores e/ou de controle. Nas conversas que tenho tido com servidores públicos de norte a sul do país, percebo que a essência das demandas passa por um mesmo núcleo de mudanças. São estes os elementos:

- promover melhorias significativas na comunicação tanto externa quanto interna (a segunda, muitas vezes tem vindo em primeiro plano);

- apresentar aos seus servidores de forma concreta as vantagens de manter-se nesta ou naquela instituição, evitando assim a evasão promovida pelos famosos "concurseiros";

- promover a integração profissional entre profissionais de gerações não apenas diferentes, mas com formas de pensar tão diferentes e vindos de concursos promovidos com muitos anos de diferença;

- por fim,  e sem dúvida o mais importante de todos os desafios: desenvolver os gestores de todos os níveis (estratégico, tático e operacional) para lidar com todas as mudanças citadas neste texto.

Este último tópico é, sem dúvida, o mais desafiador de todos os objetivos. Reforço aqui que não é algo perseguido apenas pelas instituições públicas, é um desafio diário também das empresas privadas. São os gestores que farão o elo de ligação entre os profissionais de gestão de pessoas e os seus liderados ou ainda, o elo de ligação entre o nível mais elevado com a base da pirâmide hierárquica. Se estes profissionais não atuarem com todos estes objetivos "debaixo do braço", certamente o motor da instituição perderá não apenas força, mas também excelente profissionais, credibilidade e etc. Caso isto aconteça. O cenário será de desgaste, stress, número elevado  de licenças médicas concedidas, retrabalhos constantes e etc.

Não vamos deixar que isso aconteça! Precisamos trabalhar arduamente,  entendendo que estamos vivendo a mudança. O que queremos deixar para as próximas gerações? Vamos deixar um legado de desenvolvimento, de construção e aprendizado coletivos, um ambiente que propicie o crescimento.

O que estamos esperando?
Mãos à obra e mais uma vez, Feliz 2013!

Euclides B. Junior
Consultor, palestrante e facilitador da Leme Consultoria, com especialização em Gestão por Competências e na Metodologia do Inventário Comportamental para Mapeamento de Competências, desenvolvida por Rogerio Leme, palestrante e facilitador de treinamentos. É Psicólogo, Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP.

Fonte: Portal Gestão de Pessoas